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Nhô-Quim

Nhô-Quim
Editor: Henrique Magalhães
Capa: João Mottini
Ano I, n. 3. João Pessoa, julho de 1990. 22p. 22x31cm (edição impressa).
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Editorial

Desde o número anterior os mais observadores constataram que assinei sozinho a edição do Nhô-Quim. Estava devendo uma explicação aos leitores.

A idéia original era fazer um fanzine de quatro autores: eu, ZéCarlos, Gonçalo Jr. e Cassal, onde cada um desse sua contribuição de acordo com seu trabalho individual. Assim teríamos a política nos quadrinhos, críticas, nostalgia e atualidades. Seria um fanzine completo, abrangendo as principais linhas editoriais dos fanzines de hq brasileiros. No entanto, hoje percebo que isto exige um esforço de intercâmbio sobre-humano para que o fanzine não se transformasse numa salada indigesta.

Procurei, então, montar a parceria com ZéCarlos, por causa de nosso mesmo entusiasmo pelos fanzines, pela proposta semelhante no enfoque dos quadrinhos e fanzines engajados e pela identificação pessoal: nos tornamos amigos afetuosos. Mas mesmo assim alguma coisa não estava dando certo. Faltava interação, uma troca intensa de correspondência e idéias. O fanzine carecia de uma mistura para que nossos estilos se confundissem, ou se ressaltassem. Nhô-Quim tinha tudo de mim, desde a concepção gráfica até a composição dos textos. No momento que percebi isto resolvi assumir o fanzine como um trabalho pessoal.

Motivos não faltaram para inviabilizar a parceria, e todos com boa justificativa: falta de tempo, cansaço de lidar com fanzines, distância geográfica; sobretudo a distância geográfica. O bom seria conversar com ZéCarlos pessoalmente, trocar idéias, sentar numa mesa pra selecionar o material a ser publicado, responder as cartas em conjunto.

Mas a experiência não foi de todo perdida. A proposta de fazer um trabalho com ZéCarlos foi o que me fez tomar novo gosto pelos fanzines. Esta nova perspectiva de trabalho me mostrou a possibilidade de retomada do “movimento”. Só isto já foi muito importante. Espero que tenha influenciado também a alguns faneditores que já considerávamos perdidos.

Henrique Magalhães

A edição traz artigo do editor sobre o quadrinista João Mottini e crítica ao fanzine Tupiniskin, de Glauco Mattoso; Flávio Calazans escreve sobre a leitura subliminar dos quadrinhos. Mais resenhas e cartas, além dos quadrinhos de Wally, Paulo Emmanuel, Cristovam Tadeu, H. Magalhães e cartuns de Osires e Paulo Emmanuel.


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