Imaginário!
Issn 2237-6933

N. 8 - Junho de 2015

Revista do Grupo de Pesquisa em História em Quadrinhos - GPHQ - do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB


Marca de Fantasia
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A editora Marca de Fantasia é uma atividade da Associação Marca de Fantasia, CNPJ 19391836/0001-92
e um projeto do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB

Editor/editoração:
Henrique Magalhães

Conselho Editorial:
Alberto Pessoa, UFPB;
Edgar Franco, UFG;
Edgard Guimarães, ITA/SP;
Gazy Andraus, UNIMESP;
Henrique Magalhães, UFPB;
Marcelo Bolshaw, UFRN;
Marcos Nicolau, UFPB;
Paulo Ramos, UNIFESP;
Roberto Elísio dos Santos, USCS/SP; Waldomiro Vergueiro, USP;
Wellington Pereira, UFPB

Equipe editorial:
Alessandro Reinaldo, Alex de Souza,
H. Magalhães, Marcelo Soares e Paloma Diniz
Capa - Paloma Diniz

Colaboram nesta edição:
Heraldo Aparecido Silva, Marcelo Soares de Lima, Marcelo Bolshaw Gomes, Renato Donisete Pinto, Rubens César Baquião, Sandra Keli F. V. dos Santos

Imaginário! 8
Editor: Henrique Magalhães
Paraíba: Marca de Fantasia: junho 2015. 125p. ISSN 2237-6933
Resenha: <imaginario-08>
Edição em pdf: <imaginario-08>

Imaginário! é uma revista acadêmica do Grupo de Pesquisa em História em Quadrinhos - GPHQ - do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba. É voltada às histórias em quadrinhos e temas afins, como humor, ficção científica e outras expressões da Cultura Pop ligadas à representação imagética. Por suas páginas passam reflexões em forma de artigos, ensaios, entrevistas e resenhas de Doutores, Mestres, pós-graduandos e graduandos do país, que contribuem para o enriquecimento do estudo das artes.

Apresentamos, a seguir, o resumo das matérias apresentadas na edição, que pode ser lida na íntegra ao baixar gratuitamente o arquivo pdf <imaginario-08>

Literatura em Quadrinhos:
uma questão de adaptação nas versões do livro O Alienista

Marcelo Soares de Lima

Nosso trabalho analisa o processo de adaptação de um texto literário para as histórias em quadrinhos, buscando compreender o que se ganha e o que se perde nessa transição de meios. Também observamos se o que encontramos é um processo de adaptação ou uma tradução/decodificação da essência do livro para o quadrinho. Para tanto, analisamos quatro adaptações literárias da obra O Alienista de Machado de Assis, embasando nossas observações nas discussões promovidas por Sobral (2008), Silva (2009), Rama/Vergueiro (2004) e Ramos (2009).

Está tudo na sua cabeça:
Batman e seus inimigos insanos sob uma perspectiva filosófica

Heraldo Aparecido Silva

O presente artigo visa analisar a graphic novel Asilo Arkham a partir do estabelecimento de um paralelo entre a trajetória dos personagens Batman e Arkham – concepções e ações – e as perspectivas filosóficas do relativismo, ceticismo e racionalismo.

O vampiro na linguagem dos quadrinhos:
alguns diálogos sobre as histórias em “A tumba de Drácula”

Sandra Keli F. V. dos Santos

Este artigo visa discutir e explicitar alguns aspectos da literatura sobre vampiros representada nas histórias em quadrinhos, mais especificamente em The Tomb of Dracula (1971) publicado pela Marvel Comics Group, com o título em português A tumba de Drácula (1973), lançada no Brasil pela editora Bloch. As questões levantadas vislumbram paralelamente induzir a algumas reflexões acerca desse recurso narrativo como uma releitura de um texto literário clássico, como é o caso de Drácula de Bram Stoker (1897), que inspirou a publicação de A tumba de Drácula.

Fanzine como recurso pedagógico:
aplicação nas aulas de Educação Física em uma Escola Municipal

Renato Donisete Pinto

Fanzine é todo tipo de publicação que tenha caráter amador, ou seja, feito pela paixão do tema a ser tratado, sem intenção de lucro. O nome vem da contração das palavras inglesas fanatic e magazine e significa revista do fã. Surgiu nos Estados Unidos em 1930 por leitores de ficção científica para divulgar seus trabalhos autorais (Magalhães, 1993). Expandiu-se rapidamente e tornou-se um grande veículo de comunicação e expressão individual. No Brasil o primeiro fanzine que se tem notícia é o Ficção, idealizado por Edson Rontani em 1965 (Guimarães, 2005). A sua importância na sala de aula é inegável, pois contribui para aproximação do aluno com a escrita e desenvolvimento da criatividade na elaboração da arte e do formato da publicação por ser de fácil produção e baixo custo. É um importante recurso pedagógico que possibilita o exercício da cidadania, da criatividade e criticidade (Nascimento, 2010). É descrita a vivência do autor com a aplicação do fanzine como recurso pedagógico nas aulas de Educação Física, em uma escola municipal com um projeto pedagógico diferenciado situada em São João Clímaco, muito próxima da comunidade de Heliópolis (Gallo, 2008). Conclui-se que pode se transformar numa ferramenta valiosa utilizada por qualquer componente curricular no sentido de estimular a criatividade, o protagonismo de uma forma reflexiva, consciente e divertida (Campos, 2009).

Teoria narrativa e arte sequencial Metodologia de análise para Histórias em Quadrinhos
Marcelo Bolshaw Gomes

O presente artigo sugere um modelo hermenêutico de análise narrativa para o estudo das Histórias em Quadrinhos (HQs), estruturado na metodologia de pesquisa da área das ciências sociais aplicadas (objeto duplo, problema-pergunta e hipótese-resposta presumida). A proposta sugere a adoção de procedimentos discursivos e semióticos para pesquisas em Arte Sequencial e estabelece alguns critérios metodológicos para seleção das técnicas de coleta e organização dos dados.

A serpente e o abismo (resenha)
Rubens César Baquião

A capa do álbum Retrogênese, escrito por Edgar Franco e desenhado por Al Greco, tem a imagem da serpente Ouroboros (símbolo do início e do fim) no centro e, na parte inferior da capa, as imagens do cubo, da pirâmide e da esfera (símbolos geométricos da perfeição). O título Retrogênese e o nome dos autores estão na contracapa do álbum e a estratégia de usar as imagens sem os nomes na capa já antecipa ao leitor o conteúdo que é explorado nesse trabalho dos dois artistas: o oculto. Ou seja, conhecimentos e experiências que só podem ser vivenciados por meio da linguagem dos símbolos e arquétipos pessoais; essas experiências podem ser explicadas pela linguagem verbal apenas de forma secundária, superficial e artificial.

Edição completa em pdf:<imaginario-08>

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