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Um livreco pro-lírico e memorialista
O que mais gosto no primo Cláudio Paiva é a espontaneidade. Não há meios termos com ele, ou gosta ou não gosta e fim de papo - ou início de uma longa conversa cheia de poética e criatividade.
Fomos colegas no Curso de Comunicação Social da UFPB, bem como no Mestrado em Comunicação. Fomos companheiros no Doutorado em Paris. Sem ele, Paris não seria a mesma, hahaha! As noitadas pelas vielas do Marais, as festas, os almoços “à carbonara” na Maison du Brésil, nada seria tão intenso nem teria o mesmo sabor.
Cláudio é complexo… e simples, ao mesmo tempo, histriônico e sisudo, espirituoso e cheio de graça. Quem o conhece, jamais o esquece. Quem com ele convive nunca será o mesmo. Salve, Cláudio! Esse vulcão a espalhar brasas, essa luz quente e incandescente.
Tive o privilégio de sua atenção ao meu recente “livreco” (como ele diz, com tom afetuoso). Além de uma resenha estupenda que ele fez sobre a obra, reproduzo essa mensagem lusco-fusco publicada em sua rede social. Grato, Cláudio, pelo estímulo que reforça nossos encontros e diferenças. HM
"Chegou o novo livro de Henrique Magalhães. Pro-Lírico e memorialista, despretensioso, afetivo, com palavras simples e verdadeiras. Uma prosa boa de ler, com vibe feminista, que fala do machismo, do patriarcado em João Pessoa. Trata das 'amizades particulares', confissões sentimentais com pitadas LGBT. Descobertas, achados e perdidos. Um livreco escrito com a coragem da verdade. Bravo, Henrique!"
Cláudio Cardoso de Paiva
In Facebook, 16.05.2026
Acesse o livro aqui: A travessia do desejo |