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As formas do humano no discurso do jornal:
ensaios sobre mídia, cotidiano e corpo

As formas do humano no discurso do jornal: ensaios sobre mídia, cotidiano e corpo
Wellington Pereira (org.)
Série Veredas, 9
João Pessoa: Marca de Fantasia, 2009. 174p. 13x19cm. Comprar diretamente com o autor: wjdop@uol.com.br.
ISBN 978-85-87018-95-3

No editorial de As formas do humano no discurso do Jornal – ensaios sobre mídia, cotidiano e corpo, novo livro do Grupecj, o professor José Marques de Melo, da USP/Umesp, realça a ousadia e o vanguardismo do profícuo trabalho do grupo pelo caráter inovador e perseverante com que analisa temas recorrentes ou emergentes da atualidade brasileira e paraibana. Não por acaso, o grupo fez jus ao Prêmio Luiz Beltrão 2008, concedido pela Intercom aos grupos inovadores de pesquisa. O Grupecj – Grupo de Pesquisa sobre o Cotidiano e o Jornalismo – é coordenado pelo professor Wellington Pereira, do Departamento de Mídias Digitais da UFPB, que também assina a organização do livro.

Como enfatiza José Marques, o projeto atual do grupo “focaliza justamente o corpo humano, buscando discernir o comportamento do jornal diário diante desse signo opaco da sociedade contemporânea. Trata-se de uma dimensão da vida cotidiana, como tantas outras, geralmente sonegada ou escamoteada aos jovens que aspiram um lugar ao sol no jornalismo”. A visão conscienciosa do grupo não se dobra às engrenagens midiáticas exercidas pelos donos do poder, resistindo ao apelo fácil de um jornalismo elitista e distanciado das demandas sociais.

“Pesquisando tais distorções, lacunas ou controvérsias – como aponta José Marques -, os pesquisadores do Grupecj continuam vigilantes. Exploram novos territórios, ultrapassando fronteiras, num exercício conseqüente de justiça solidária e de fortalecimento democrático”.

Desde 2002 o Grupecj realiza pesquisas sobre diversos aspectos da mídia paraibana, com ênfase nos jornais impressos de João Pessoa. Os 11 ensaios que compõem o novo livro do grupo trazem o resultado de pesquisas sobre a apresentação do corpo humano enquanto informação imagética ou textual no discurso dos jornais impressos locais.

As análises concentraram-se em três meses de veiculação das matérias jornalísticas nas rubricas “Cidades”, “Cotidiano” e nas colunas sociais dos jornais Correio da Paraíba e O Norte, que são os mais importantes em termos de circulação no estado. Para Wellington Pereira, que coordena o grupo, os pesquisadores “demonstram como o corpo humano alcança níveis de transcendência considerando a sua localização sociocultural nas narrativas jornalísticas”.

Sintetizando o conjunto da obra, Wellington considera que “a cultura do corpo no cotidiano e na mídia é ícone das deliberações da sociedade sobre as ações da sociedade sobre a corporeidade e das ações do indivíduo quando utilizam o corpo para se apresentar em sociedade. As diversas formas editoriais do corpo no jornalismo impresso demonstram que este não pode ser ‘empastelado' pelos preconceitos ou conceitos prévios que o renegam ou elevam aos status sociais. Dessa maneira, pensar o corpo através do cotidiano veiculado pelos jornais é descobrir quais são as implicações semânticas entre o sujeito, seu corpo e sua fala nos enunciados jornalísticos”.

Um dos fatores relevantes do Grupecj, que reúne um grupo entusiasta de jovens pesquisadores a honrar o caráter investigativo da Universidade, é que as pesquisas não se restringem às formalidades acadêmicas. O grupo tem se notabilizado pela publicação de seus trabalhos, ampliando a ressonância de sua produção de conhecimento.

H. Magalhães

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