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As narrativas ficcionais da televisão japonesa

As narrativas ficcionais da televisão japonesa
Misaki Tanaka (Mii Saki)
Série Periscópio, 4, 2a. ed.
João Pessoa: Marca de Fantasia, 2012. 92p. 14x20cm. R$13,00.
ISBN 978-85-7999-051-9.

Este livro pretende resgatar, em uma exposição concisa, o percurso histórico da televisão japonesa, desde os primórdios, em 1953, até o final da década de 1990. Não se trata, porém, de uma descrição do surgimento das emissoras, da relação entre as suas produções e os índices de audiência, mas, de um relato sobre o desenvolvimento da produção ficcional na mídia televisual daquele país. A intenção é verificar como os profissionais envolvidos nesse meio resolveram inúmeras dificuldades durante a produção dos programas; quais trilhas percorreram para alcançar o objetivo maior, em meio aos inúmeros desafios, para criar uma grade de programação que cative as pessoas, a fim de compor um público de telespectadores, familiarizados com uma nova maneira de se comportar e de perceber o mundo.

As dificuldades provieram de diversas áreas como, por exemplo, a econômica. As várias crises que o Japão passou na segunda metade do século XX frearam o desenvolvimento da televisão em vários momentos da sua história, gerando obstáculos a serem vencidos pelos radialistas. Entretanto, a televisão soube tirar proveito, como poderá ser observado no livro.

A tecnologia foi um dos fatores que colaborou para o desenvolvimento da linguagem televisual. A invenção de videotapes, câmeras com gravadores acoplados, ilhas de edição com recursos cada vez mais numerosos, entre outros, permitiram gravações com planos diferenciados e cortes precisos. Outros fatores que comprovam a contribuição da tecnologia, no advento da televisão japonesa, foram a melhora no sinal de transmissão, com o uso de satélite, e a queda dos preços dos televisores.

A aquisição de um grande volume de aparelhos fez com que a televisão se tornasse um dos meios de entretenimento, de informação e de educação mais populares da sociedade. Isso possibilitou à televisão, provocar alterações no comportamento da população. Por outro lado, a televisão soube aproveitar as mudanças sofridas pela sociedade japonesa, incorporando-as em sua programação. Nos próximos capítulos, o leitor poderá perceber de que forma a televisão absorveu as mudanças sociais ao mesmo tempo em que passou a influenciar o comportamento da população.

Enfim, nesse livro espera-se contextualizar como procedeu o início e a formação da televisão japonesa destacando, principalmente, os efeitos decorrentes das narrativas ficcionais. É por meio delas que surge uma ficção diferenciada, obrigando os radialistas, críticos e telespectadores japoneses a criarem um novo termo – nijikam dorama – para a sua classificação. É importante assinalar que o nijikam dorama é um estilo de programa com características muito diferentes das ficções televisuais brasileiras, merecendo talvez, uma publicação específica para analisá-lo. Por fim, o livro apresenta as produções ficcionais mais relevantes da história da televisão japonesa, separadas por décadas do século XX.

Mii Saki

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