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O humor gráfico de Luzardo Alves

O humor gráfico de Luzardo Alves
Luzardo Alves
João Pessoa: Marca de Fantasia, 2ª ed. 2003. 52p. 14x20cm. R$10,00.
ISBN 85-87018-27-2

Luzardo Alves é daqueles artistas que por certo tempo nos encantam com sua obra e de repente desaparecem de cena, deixando um vazio onde antes só havia prazer. Ao contrário do que se possa imaginar, Luzardo continua bem, vivendo de sua profissão de gravador de objetos e desenhando, sempre que aparece espaço para publicação.

Na década de 1960, Luzardo deixou a Paraíba para radicar-se no Rio de Janeiro, onde foi trabalhar na revista O Cruzeiro, então a mais importante do país. O jovem cartunista caíra na graça de Assis Chateaubriand, o rei da imprensa brasileira, que fora seduzido pela criatividade irrequieta do conterrâneo.

A aventura no Rio de Janeiro durou poucos anos, mas o suficiente para Luzardo marcar presença ao lado de Henfil, Millôr Fernandes, Péricles, Carlos Estevão, Juarez Machado, Nilson, Redi, Ciça, Daniel Azulay, Ziraldo, Zélio, Jaguar, Fortuna, enfim, o sumo do humor gráfico brasileiro. Além de publicar em O Cruzeiro, participou da Revista do Rádio e dos jornais Correio da Manhã e O Dia.

De volta à Paraíba, Luzardo articulou com os jornalistas locais a fundação do jornal alternativo Edição Extra, em 1971, seguindo a linha do semanário O Pasquim. Foi no Edição Extra que criou, ao lado de Anco Márcio, uma das mais irreverentes personagens dos quadrinhos paraibanos: Bat-Madame, que fazia uma sátira escrachada de Batman e dos costumes da região.

Luzardo publicou suas charges e cartuns nos jornais diários do estado, criando uma série de novos personagens. Para difundir ainda mais seu trabalho, editava a Charge da Semana, um folheto patrocinado pelo comércio e com distribuição gratuita, onde a personagem Pataconho ironizava a política e a banalidade de nossa vida quotidiana.

Em 1997 a Gibiteca Henfil, de João Pessoa, promoveu uma exposição retrospectiva da obra de Luzardo, cujo catálogo, reunindo as fases representativas de seu trabalho, chega agora à segunda edição.

H. Magalhães

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